Vish, tia, larguei dos namoradinhos. Descobri que esse lance de posse não é minha praia; não sei lidar com alguém que quer impor qualquer tipo de regra pra mim. Meus pais sempre me chamaram de rebelde, e eu acho que talvez eu seja um pouco mesmo. Quando me apertam demais, eu explodo ou saio correndo. Também descobri que se doar demais pra uma pessoa machuca, principalmente se a pessoa não faz a mínima questão de se doar pra você. Hoje em dia, eu só sinto vontade de me doar pra mim mesma (no máximo, pro Netflix). Descobri ainda, que eu não aceito ninguém que me ofereça menos do que a quantidade máxima de respeito que ele é capaz de me dar. Porque eu me contentei com o mínimo por muito tempo, e o mínimo não sacia; pelo contrário, acabou com o meu estoque de respeito próprio. E agora que eu abasteci esse estoque de novo, não vou gastar por mais ninguém.
Não vou dizer que é só culpa dos homens que estão espalhados por aí e que nenhum deles é capaz de preencher os meus requisitos básicos. Claro que eu nunca encontrei um que preenchesse, mas de 3,6 bilhões de homens no mundo, eu não conheço nem 1%. Acho que nem eu passaria no meu próprio teste. E não dá pra esperar do seu parceiro algo que nem você é capaz de oferecer. Mas, honestamente, não me preocupa muito essa realidade. Cada coisa tem seu tempo, já dizia o poeta.
O dia que eu encontrar um homem que me respeite, que me dê liberdade; que me ofereça parte do que ele é, que some, que ria, que brinque e que seja leve, e o dia que eu conseguir fazer o mesmo, aí sim, tia, eu vou dar a resposta que você quer ouvir.
Não vou dizer que é só culpa dos homens que estão espalhados por aí e que nenhum deles é capaz de preencher os meus requisitos básicos. Claro que eu nunca encontrei um que preenchesse, mas de 3,6 bilhões de homens no mundo, eu não conheço nem 1%. Acho que nem eu passaria no meu próprio teste. E não dá pra esperar do seu parceiro algo que nem você é capaz de oferecer. Mas, honestamente, não me preocupa muito essa realidade. Cada coisa tem seu tempo, já dizia o poeta.
O dia que eu encontrar um homem que me respeite, que me dê liberdade; que me ofereça parte do que ele é, que some, que ria, que brinque e que seja leve, e o dia que eu conseguir fazer o mesmo, aí sim, tia, eu vou dar a resposta que você quer ouvir.