Todo mundo já fez alguma coisa que se arrependeu depois. Se não fez ainda, um dia vai fazer. É a lei da vida: nem sempre a gente acerta. Às vezes o que a gente acha que é melhor naquele segundo, acaba não sendo o melhor pros 10.000 segundos seguintes. Que se arrepender faz parte dessa experiência maravilhosa que é viver, todos sabemos. O que me preocupa, é a forma como encaramos essas péssimas decisões momentâneas.
Já me arrependi de várias coisas, quis voltar atrás em várias outras. Já me arrependi de ter magoado alguém, de ter mentido, de brigar com uma pessoa sem necessidade, de não conseguir controlar o que eu sentia, de me abrir demais pra quem não merecia... Minha lista de arrependimentos é grande, e a cada momento que eu vou vivendo, ela aumenta. Mas de forma alguma eu fico triste pelas coisas que eu me arrependo de ter feito. Não mais.
O que mudou pra mim, foi a forma de ver essa fatalidade impossível de se evitar: meus arrependimentos simbolizam tudo aquilo que eu espero não fazer de novo. A função deles não é de ser uma âncora amarrada nos meus pés, me fazendo relembrar de cada segundo do que já passou e não volta. Eles servem como post-its que ficam num mural mental que eu guardo, da onde eu tiro referência pras decisões que realmente importam: aquelas que eu vou fazer no presente ou no futuro.
Todo mundo erra. Nem todo dia a gente acorda orgulhoso da gente mesmo. Mas isso não faz de ninguém uma pessoa ruim. Aliás, se você me perguntar, eu te digo: nunca confie em quem nunca se arrependeu de nada. Uma pessoa que não se arrepende, é uma pessoa incapaz de compreender e admitir os próprios erros. Porque nem tudo que a gente faz é exemplar. Nem sempre você vai tomar a decisão que é melhor pro seu eu do dia seguinte. Às vezes o seu eu das 23h só quer ser egoísta por dois minutinhos e fazer o que ele tá afim de fazer.
E nem sempre aquilo que a gente se arrepende de ter feito, é ruim. A situação sempre traz alguma coisa de bom. Dizem por aí "nunca se arrependa, porque em algum momento aquilo era exatamente o que você queria fazer", mas eu digo: se arrependa sim. Mas anota aquele arrependimento, sem tristeza, sem pesar, sem se sentir decepcionado com você mesmo, sabendo que todo mundo erra, e que pouquíssimas coisas nessa vida são irreversíveis.
Admitir que, mesmo sendo algo que você queria fazer, sua escolha não foi lá das melhores (até porque nem sempre é possível ou ideal que se faça a própria vontade, e existem vontades passageiras), faz parte de viver. Mas que do arrependimento venha só isso: a consciência de que nem tudo que a gente faz tá certo.
E hoje eu posso dizer feliz que todas as minhas âncoras se foram.
Já me arrependi de várias coisas, quis voltar atrás em várias outras. Já me arrependi de ter magoado alguém, de ter mentido, de brigar com uma pessoa sem necessidade, de não conseguir controlar o que eu sentia, de me abrir demais pra quem não merecia... Minha lista de arrependimentos é grande, e a cada momento que eu vou vivendo, ela aumenta. Mas de forma alguma eu fico triste pelas coisas que eu me arrependo de ter feito. Não mais.
O que mudou pra mim, foi a forma de ver essa fatalidade impossível de se evitar: meus arrependimentos simbolizam tudo aquilo que eu espero não fazer de novo. A função deles não é de ser uma âncora amarrada nos meus pés, me fazendo relembrar de cada segundo do que já passou e não volta. Eles servem como post-its que ficam num mural mental que eu guardo, da onde eu tiro referência pras decisões que realmente importam: aquelas que eu vou fazer no presente ou no futuro.
Todo mundo erra. Nem todo dia a gente acorda orgulhoso da gente mesmo. Mas isso não faz de ninguém uma pessoa ruim. Aliás, se você me perguntar, eu te digo: nunca confie em quem nunca se arrependeu de nada. Uma pessoa que não se arrepende, é uma pessoa incapaz de compreender e admitir os próprios erros. Porque nem tudo que a gente faz é exemplar. Nem sempre você vai tomar a decisão que é melhor pro seu eu do dia seguinte. Às vezes o seu eu das 23h só quer ser egoísta por dois minutinhos e fazer o que ele tá afim de fazer.
E nem sempre aquilo que a gente se arrepende de ter feito, é ruim. A situação sempre traz alguma coisa de bom. Dizem por aí "nunca se arrependa, porque em algum momento aquilo era exatamente o que você queria fazer", mas eu digo: se arrependa sim. Mas anota aquele arrependimento, sem tristeza, sem pesar, sem se sentir decepcionado com você mesmo, sabendo que todo mundo erra, e que pouquíssimas coisas nessa vida são irreversíveis.
Admitir que, mesmo sendo algo que você queria fazer, sua escolha não foi lá das melhores (até porque nem sempre é possível ou ideal que se faça a própria vontade, e existem vontades passageiras), faz parte de viver. Mas que do arrependimento venha só isso: a consciência de que nem tudo que a gente faz tá certo.
E hoje eu posso dizer feliz que todas as minhas âncoras se foram.
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